A biópsia de fusão une imagens de ultrassom e de ressonância magnética aumentando a especificidade da biópsia para o diagnóstico de neoplasia (câncer)

A biópsia de fusão é um procedimento que junta as imagens detalhadas da ressonância magnética de alto campo, realizada previamente pelo paciente, com as imagens da próstata do exame de ultrassom. Tudo isso em tempo real e com a reconstrução tridimensional do órgão em questão.

Demonstrando potencial para aumentar a especificidade da biópsia para o diagnóstico de câncer, essa tecnologia permite ao médico guiar as agulhas da biópsia para a região onde se encontra a lesão suspeita na RM (ressonância magnética), mesmo que não visível no ultrassom.

Por isso, o exame de ressonância deve ser realizado em equipamentos modernos de alto campo e de preferência com um gradiente de alta intensidade, ou seja, que permitam imagens de alta qualidade, com a assistência de um protocolo bastante específico, chamado de “ressonância multiparamétrica da próstata”.

O mesmo tem como objetivo rastrear áreas suspeitas da próstata, sendo indicado em pacientes que apresentam aumento dos valores séricos de PSA – o qual continua sendo o método de screening para câncer prostático. Com o resultado desse exame, o paciente pode seguir para o procedimento de biópsia focado na área suspeita encontrada na RM mesmo que não haja correspondência no ultrassom.

A biópsia de fusão é mais um exame que a MED – Medicina Diagnóstica oferece para Ribeirão Preto e região a fim de auxiliar no tratamento contra o câncer que mais afeta a população masculina, dando aos médicos mais precisão no diagnóstico da doença.

 

Dr. Rafael Gouveia Gomes de Oliveira|CRM/SP 121310
Médico Radiologista da equipe de especialistas da
MED – Medicina Diagnóstica

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