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Seu lar longe de casa

Plataformas colaborativas na internet apresentam novas opções de hospedagem para viajantes que desejam aproveitar os destinos com mais conforto

Um dos primeiros passos de quem vai viajar e passar um tempo fora de casa é procurar o lugar para se hospedar. A escolha depende do perfil do viajante e pode incluir apenas a necessidade de um local confortável, onde seja possível ter uma noite tranquila de sono, até a preferência por espaços amplos e particulares.

Prestes a desembarcar no Chile durante 7 dias, com a namorada, o contador Luiz Antonio da Silva Junior fez inúmeras cotações com empresas e sites para descobrir hospedagens mais em conta e que fossem, ao mesmo tempo, aconchegantes, até que a opção ideal apareceu: um apartamento bem no centro de Santiago, com 1 quarto, cozinha, sala e banheiro, e, à disposição, roupas de cama e itens de cozinha – tudo só para o casal. “Além do tipo de acomodação, que nos oferece mais liberdade, nenhuma outra opção chegou ao valor que o Airbnb nos ofereceu”, explica Luiz Antonio.

Fundado em 2008, com sede em São Francisco (EUA), o Airbnb é uma plataforma on-line para as pessoas anunciarem e alugarem acomodações em mais de 191 países, com opções de lofts a castelos (Sim! É possível se hospedar em castelos).

Dessa forma, ela oferece a possibilidade tanto do viajante gastar menos e achar algo mais a “sua cara” (adequado a suas possibilidades), bem como de pessoas com espaço extra ganharem dinheiro.

“O site é prático e a gente tem contato direto com o dono. No nosso caso, antes de alugar, li a recomendações de outras pessoas que ficaram lá e só havia elogios! Falei para ele quais são os lugares que queremos visitar e ele disse que nos ajudará no que for preciso. Foi muito simpático e solícito”, ressalta o contador, que pagará US$ 29 a diária.

Dormindo na casa de amigos

A internet, sem dúvida, facilitou muito a vida dos aventureiros, inclusive daqueles que, para realizarem seus sonhos, viajam com um orçamento bem apertado. Com foco neste público, mas também pensando em quem quer fazer novos amigos, foi criada a rede comunitária Couchsurfing,  que conecta viajantes a pessoas que estão dispostas a abrir as portas de casa sem cobrar nada – a ideia é que qualquer sofá pode ser usado como cama. A bióloga Aline Silva faz parte da rede desde 2012, quando fez seu 1º mochilão pela Europa.

Satisfeita com a experiência, ela também passou a receber hóspedes em sua casa, em Ribeirão Preto, nesse clima de solidariedade. “Procuro deixar a pessoa bem à vontade e dar orientações turísticas. Gosto bastante de receber viajantes para conhecer pessoas novas e outras culturas. Geralmente, quem se hospeda pelo Couchsurfing é bem legal!”, destaca.

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