Início Matérias Moda Sérgio K fala sobre o reposicionamento da moda durante e pós-pandemia

Sérgio K fala sobre o reposicionamento da moda durante e pós-pandemia

Rodeada pelas araras no showroom do estilista em São Paulo, nossa entrevista foi embalada pela moda irreverente e cosmopolita da marca

Mariana Campos: Após esse período de pandemia, as marcas precisaram se reposicionar de alguma maneira. O que mudou na Sérgio K nesse período?

Sérgio K: Em primeiro lugar é preciso se atualizar na comunicação. A gente precisa gerar conteúdo que atinja nosso público consumidor. Está todo mundo ávido por isso. O produto tem que acompanhar a imagem e os valores que a marca quer passar. Essa nova geração está muito ligada nessa questão do consumo consciente. Saber como essa peça foi costurada e em que condições foi feita a produção dela se tornou essencial. Se a fábrica pagou os tributos e hoje envolve vários selos que grandes marcas exigem. Outro ponto importante é: a legitimidade, todo mundo percebe o que não é verdadeiro.

M.C: Como foi se manter nesse período de crise?

S.K: A marca tem 14 anos. Temos lojas no RibeirãoShopping, no Jardins, no JK Iguatemi, na rua Oscar Freire, no Shopping Anália Franco e Shopping Morumbi, além de Campinas, Goiânia, Belo Horizonte e Fortaleza.  Empregamos mais de 400 pessoas e seguimos com a nossa responsabilidade como empresa nessa cadeia de distribuição, comprando de fábricas homologadas, fazendo uma fiscalização periódica em toda essa cadeia.

M.C: Com a esperança de retomada da economia da economia, quais os planos da marca?

S.K: Acredito que o final do ano vai ter uma retomada forte. O Dia dos Namorados foi bem aquecido. Vamos torcer para que com a aceleração da vacinação, a gente possa voltar com os lançamentos presenciais das coleções.

M.C: O que você aprendeu nesse período de isolamento?

S.K: Parece clichê, mas o preço da nossa liberdade, e não digo da liberdade de subir em um avião e ir para o seu destino de preferência. Falo do preço da liberdade de ir e vir também. A questão da máscara que acompanha a gente, não poder ver os familiares mais próximos (eu fiquei 4 meses sem poder ver meus pais).

M.C: O que você quer fazer quando a pandemia passar?

S.K: A pandemia deixou a gente muito maluco, eu não tenho interesse em ver live, eu não aprendi a fazer pão e não me sinto culpado por isso. Eu não fiz yoga na sala, eu não fiz ginástica e eu estou tranquilo. No começo você fica com uma loucura na cabeça de que você está errado de não ser impactado. Todos nós mudamos, revemos valores. Eu quero logo logo poder viajar! Mas não quero calmaria e nem praia, quero ir para Nova York, ver muita gente, ver trânsito, ouvir sirenes… (risos).

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