Especialista esclarece dúvidas sobre tratamentos pós-cirúrgicos

Sabrina Matthes, especialista em cuidados pós-cirúrgicos, responde as principais questões relacionadas aos procedimentos que devem ser adotados para uma recuperação completa

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Sabrina Matthes | Foto: Zoro Seixas

Como sabemos qual o tratamento pós-cirúrgico mais recomendado?
Sabrina Matthes:
O pós-cirúrgico, independentemente da cirurgia que for realizada, deve ser personalizado. Na clínica, avaliamos o paciente e prescrevemos o tratamento, com suas diferentes etapas – afinal, toda cirurgia vai gerar um processo de cicatrização dividido em várias fases, como inflamatória, proliferativa e de regeneração. Cada uma representa uma manifestação específica do corpo. O procedimento que será realizado depende dela.

Quais as técnicas da fisioterapia são utilizadas nesse processo?
Sabrina Matthes:
Primeiro, é importante saber que chamamos o pós-cirúrgico de “reabilitação pós-cirúrgica”. É comum o erro de acharem que o pós-operatório significa apenas drenagem linfática. Na verdade, ele consiste em um conjunto de técnicas que vai reabilitar o paciente e fazer com que chegue ao objetivo da cirurgia. Entre as técnicas que utilizamos está a drenagem linfática específica para o tratamento pós-cirúrgico e a manipulação tecidual, que faz a mobilização da fáscia, o que permite que o paciente tenha mobilidade e volte às suas atividades. Há alguns equipamentos eletroterápicos, mas depende da fase em que o paciente se encontra. Podemos trabalhar com laser vermelho, laser infravermelho, led vermelho, a ozônioterapia (tanto a local quanto a sistêmica) e até com ondas de choque. É um arsenal de equipamentos que podem ser incluídos em todo o processo de reabilitação.

Existem complicações mais recorrentes causadas por cirurgias?
Sabrina Matthes:
Fibrose é muito comum – toda lipoaspiração pode causar fibrose. Há três anos iniciamos a aplicação do taping já dentro do centro cirúrgico, com o objetivo de trabalhar de forma preventiva na diminuição do edema e do hematoma e prevenir a formação da fibrose. Então, precisamos fazer com que ela não fique aparente, já que pode fazer o paciente ficar descontente com o corpo. A flacidez da pele pós-lipoaspiração também pode acontecer, bem como deiscência, que é a abertura da cicatriz. Tem ainda a infecção por alguma proliferação bacteriana nas incisões, a necrose do tecido e a necrose areolar para quem fez implante de silicone. Enfim, são diversas possíveis complicações que temos meios para tratar.

Qual a importância de o paciente realizar um acompanhamento fisioterapêutico?
Sabrina Matthes:
Fazer o acompanhamento especializado é fundamental para alcançar o objetivo desejado. O profissional tem que ter a ciência de como fazer o tratamento tanto quanto saber avaliar a evolução do paciente e caso haja uma eventual complicação. Z

Sabrina Matthes Fisioterapia Estética Especializada
www.sabrinamatthes.com.br
(16) 9 8839.2054

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