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Casais que encontraram o amor na pandemia contam suas histórias

Apaixonados, cinco casais provam que o amor pode aparecer como e quando menos se espera; inspire-se com esses encontros!

No último ano, contrariando o que sempre nos ensinaram, barreiras precisaram ser criadas entre nós. O isolamento social e distanciamento causaram um grande impacto nas relações, principalmente nas amorosas. Inclusive, não seria estranho acreditar que o amor não poderia ser encontrado em meio à pandemia. Mas lá estava – mesmo nos lugares mais improváveis.

Seja por amigos em comum, um hobby parecido ou até mesmo por dar match em um aplicativo de relacionamentos, o encontro com a outra metade da laranja continuou acontecendo, ainda que de formas mais inusitadas.

Para contar algumas dessas histórias, convidamos cinco casais, que são a prova viva de que tudo pode acontecer no amor.

Victoria e Eduardo

Victória e Eduardo| Crédito: Lucas Borine

Eduardo: “Nos conhecemos em uma quadra de esportes, jogando vôlei. Um dia coincidiu de um faltar gente em um horário, e eu que acabei aparecendo. Depois, nos encontramos no Carnaval e em outras ocasiões, mas ficava aquele joguinho de chove e não molha, até que começamos a nos ver com mais frequência e namorar.”

Victoria: “Acho que a gente se adaptou bem na pandemia. Para mim, foi muito difícil, porque, por mim, eu veria ele todos os dias. Depois do início, que a gente estava mais com medo e recluso, ele começou a ficar mais na minha casa. Acho que a pandemia mais juntou a gente que separou. Teve alguns momentos em que até ficamos algum tempo sem se ver, mas, no geral, passamos mais tempo juntos.”

Arthur e Marcos 

Arthur e Marcos | Crédito: Lucas Borine

Arthur: “O nosso primeiro encontro foi meio desastroso. Achei que daria tudo errado. Fui para o apartamento dele de moto, estava com tempo de chuva, mas fui sem capa e nem nada. Quando cheguei, não estava chovendo, mas até eu entrar no bloco em que ele morava começou a chover e eu me molhei todo.

O mais difícil [na pandemia] foi termos a oportunidade de nos conhecer fora do apartamento. Mas também foi isso que nos aproximou. Criamos uma convivência antes de namorar. Depois de um certo tempo, sentamos, alinhamos nossas perspectivas… Foi um relacionamento muito pensado. Ele saiu do aluguel, foi pra minha casa. Já faz três semanas que estamos morando juntos e são cinco meses de relacionamento”.

Lorena e Guilherme

Lorena e Guilherme| Crédito: Lucas Borine

Lorena: “Nos conhecemos na mesma assessoria de corrida, participando de uma prova virtual, e acabamos correndo no mesmo lugar, em Serrana (SP). Logo começamos a conversar, mas levou um tempinho para começarmos a ficar, já começando a namorar logo em seguida. Isso faz cerca de oito meses; a corrida foi em setembro de 2020 e começamos a namorar em outubro”.

Guilherme: “Como somos bem ligados ao esporte, sempre fomos mais caseiros, sem sair muito em bar ou balada, então foi bem tranquilo para gente [se adaptar a pandemia]. Depois de quatro meses de namoro, fomos morar juntos. Nós corremos juntos, treinamos também, acabei indo para a mesma academia que ele; a pandemia fez com que tudo fosse um pouco mais rápido”.

Ingrid e Victor 

Ingrid e Victor| Crédito: Lucas Borine

Ingrid: “Nos conhecemos no aniversário de uma amiga em comum e eu nunca tinha visto ele nesse círculo de amigos. Fomos conversando até que combinamos de sair, mas como estava tudo fechado não tinha como. Até que um amigo nosso fez um jantar na casa dele e desde então nós começamos a ficar”.

Victor: “A pandemia ajudou a ficarmos juntos; um final de semana ela chamava e no outro eu… e acabou que nos víamos todos os finais de semana e foi como começamos a namorar. Já faz cinco meses que estamos em um relacionamento. Acabou sendo mais intenso por estar na pandemia”.

Deborah e Letícia

Deborah e Letícia | Crédito: Lucas Borine

Letícia: “Estamos juntas há oito meses, após nos conhecemos em junho de 2020. Mas só fomos ficar pela primeira vez em outubro. Por conta da pandemia, ela trabalhava a noite e eu no período normal, então a gente quase não conseguia se encontrar. No começo, não tinha nenhuma segunda intenção, foi na amizade, até que começou a rolar umas indiretas”.

Deborah: “Depois de um tempo ela começou a ir pra minha casa, ficar lá e eu sempre falava ‘não vai embora’. Desde o primeiro dia que ela dormiu na minha casa nunca mais foi pra casa dela, está lá até hoje. Por conta da pandemia, normalmente você espera algo que não seja bom, mas aproximou muito mais a gente e acho que temos um relacionamento leve”.

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