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A volta de Neymar ao PSG pós-quarentena

Desde março em sua mansão localizada em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, Neymar desembarcou em Paris para o retorno às atividades e vem derrubando teses a seu respeito

Diz aí, quem está acompanhando o brasileiro jogar? A partida toda? Se tiverem e continuarem com as críticas recentemente feitas à ele, temos um problema sério de análise quase patológico.

Temos já a mania de gritar que Messi é o melhor jogador do mundo! Mas na minha opinião, hoje o menino Ney passa na frente. Até pela seguinte razão: O futebol atual está cada vez mais estratégico, tático e menos improviso, talento, individualidade. Se a gente for medir em percentual, temos 95% de repetição de movimento, ocupação de espaço, competição, treino e 5% de talento nato do atleta.

O que, às vezes, acontece é que certos jogadores são ou, no caso do Neymar, estão numa rotação tão diferente, acima dos demais mesmo, que os 5% conseguem ofuscar esses 95%. Tanto que o time do brasileiro, o Paris Saint-Germain, da França está na final continental.

Não estou dizendo que o Neymar joga sozinho, PSG tem muitos bons jogadores, alguns excelentes, mas, o craque, o que, se tiver focado e querendo, é capaz de decidir campeonatos é o brasileiro, fazer o que? Negar esse fato que salta aos olhos de todo mundo, inclusive, dos meus, que sempre o critiquei (via ele, até essa temporada, como um  jogador genial para partidas irrelevantes) é caminhar para o radicalismo tolo e estático, quase fundamentalista que domina o Brasil atualmente… Eu não caio nessa. A avaliação do fato tem que mudar conforme as circunstâncias.    

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